Autor: Irmãs Doroteias

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular

Autoria: Mafalda Frazão
Centro Educativo/Instituição: Externato do Parque
Contacto: mafaldafrazao@externatodoparque.pt

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular

Uma vez que a lateralidade é uma competência de aprendizagem muito relevante, e que na avaliação diagnóstica das crianças das turmas dos primeiros anos se identificaram fragilidades nesta área, a equipa educativa planificou um Domínio de Autonomia Curricular com o objetivo de colmatar as dificuldades sentidas, implicando a gestão curricular. 

As áreas disciplinares envolvidas foram a Matemática, a Educação Física, a Expressão Corporal e as Artes Visuais, tendo-se selecionado as seguintes aprendizagens essenciais: identificar, interpretar e descrever relações espaciais, situando-se no espaço em relação aos outros e aos objetos; lançar uma bola em precisão a um alvo fixo, por baixo e por cima, com cada uma e ambas as mãos; lançar uma bola em distância com a «mão melhor» (a mão mais forte) e com as duas mãos, para além de uma marca; integrar a linguagem das artes visuais, assim como técnicas de expressão, nas suas experimentações: físicas e/ou digitais; distinguir diferentes possibilidades de movimentação do corpo; utilizar movimentos do corpo com diferentes relações: entre os diversos elementos do movimento, com os outros, a par, em grupo, destacando a organização espacial.

Neste âmbito, as competências do perfil trabalhadas foram a confiança e a criatividade, bem como a resiliência, a persistência. Procurou-se que os alunos se sentissem motivados para aprender, sendo estimulados a refletir e encontrar respostas novas aos desafios, e a expressá-las de modo criativo, o que foi notório no atelier realizado no fim deste processo.

Durante quatro semanas, os alunos desenvolveram diversas atividades que procuraram ir ao encontro de diferentes tipos de aprendizagem (memória, memória visual, atividades rítmicas, jogos, etc.) para que conseguissem identificar a lateralidade primária (em si e em suportes visuais) e secundária (no outro e em suportes visuais), utilizado a música, o movimento e a escultura como base para as estratégias desenvolvidas.

A heteroavaliação foi feita através de grelhas de observação, construídas em equipa e utilizadas pelos professores, em parceria, no decorrer das atividades. A autoavaliação foi realizada a partir de grelhas de registo e preenchidas pelos alunos. De destacar, dois dos critérios utilizados para a construção das grelhas foram a fácil aplicabilidade e a leitura rápida dos resultados. 

Os professores entraram em contacto com a Fundação Calouste Gulbenkian que concebeu um atelier específico para consolidar estas aprendizagens, no qual os alunos aplicaram os conhecimentos adquiridos, em particular, o conceito de simetria, explorado por diferentes suportes e materiais.

A equipa educativa avaliou positivamente esta dinâmica, sugerindo-se que se mantenha no próximo ano letivo.

Visita Além Portas – Fábrica de Projetos Gulbenkian – simetria e lateralidade (ver)
Visita Além Portas – Fábrica de Projetos Gulbenkian – simetria e lateralidade (experimentar)

Artigos da newsletter de junho 2022

A Bússola que nos orienta: Gestão do Currículo
Autoria: Helena VieiraCentro Educativo/Instituição: Colégio Nossa Senhora da PazContacto: helenavieira@colegiodapaz.org A Bússola que nos orienta:Gestão do Currículo A gestão curricular é uma prática inerente e quotidiana à profissão docente. O salto em direção à inovação neste domínio …
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Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz
Autoria: Marta FigueiredoCentro Educativo/Instituição: Colégio da Imaculada ConceiçãoContacto: p105@cicviseu.net Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz Na sequência de uma formação para docentes sobre M.A.S. aliou-se o STEAM a um cenário de aprendizagem planificado para o …
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Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom
Autoria: Sónia CorreiaCentro Educativo/Instituição: Colégio do SardãoContacto: soniacorreia@colegiodosardao.org Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom Ao longo deste percurso de aprofundamento dos conceitos de Gestão do Currículo e de implementação de estratégias de ensino e aprendizagem inovadoras, tem sido …
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Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano
Autoria: Inês Carvalho | Luísa Leitão | Maria João RodriguesCentro Educativo/Instituição: Colégio de Santa DoroteiaContacto: ines.carvalho@csdoroteia.info | luisa.leitao@csdoroteia.info | mariajoao.rodrigues@csdoroteia.info Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano Esta formação teve como objetivo incorporar o Perfil …
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Junho 2022
Newsletter Bússola 21 #6 – Docentes e Alunos agentes de mudança EDITORIAL Daniela Gonçalves Helena Marques Quando os Docentes são decisores do Currículo O exercício de refletir sobre as diferentes etapas da intervenção educativa (observação, planificação, ação, avaliação, divulgação, comunicação) …
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A Bússola que nos orienta: Gestão do Currículo

A Bússola que nos orienta: Gestão do Currículo

Autoria: Helena Vieira
Centro Educativo/Instituição: Colégio Nossa Senhora da Paz
Contacto: helenavieira@colegiodapaz.org

A Bússola que nos orienta:
Gestão do Currículo

A gestão curricular é uma prática inerente e quotidiana à profissão docente. O salto em direção à inovação neste domínio dá-se com a passagem do plano individual ao plano grupal e institucional. Em 2018, a Equipa de Inovação Pedagógica do Colégio Nossa Senhora da paz delineou um Plano de Ação para 2018/2020 e, mais tarde, para 2020/2023, tendo em vista a promoção da gestão flexível do currículo, ciente das vantagens que esta traria para os seus alunos. Um dos objetivos era introduzir nas aulas de todas as disciplinas desafios estimulantes, renovando por dentro o estilo de educar para que as crianças e os jovens se tornem, cada vez mais, protagonistas da sua própria vida. 

Porém, um processo desta natureza não pode ser isolado. É em contacto com os outros e com a partilha de experiências que crescemos e, por isso, desenvolveu-se um trabalho em rede, criando espaços de formação e de reflexão conjunta. Foi neste sentido que se desenvolveram, nos últimos anos, Oficinas de Inovação Pedagógica, a fim de dotar os(as) docentes do conhecimento científico e das melhores estratégias pedagógicas para fazer uma efetiva gestão curricular que se pretende flexível, articulada e funcional, promovendo verdadeiros momentos de investigação-ação.

Desde a planificação dos projetos até à sua implementação, professores e peritos trabalham em rede, monitorizando e avaliando os resultados obtidos ano a ano, criando espaços de partilha que fazem emergir o sentimento de confiança que nos faz avançar. 

No Colégio Nossa Senhora da Paz, a gestão do currículo tem-se desenvolvido através de projetos interdisciplinares que articulam diferentes saberes de diferentes disciplinas, tendo em vista a resolução de problemas. A eles estão subjacentes processos de pesquisa, momentos de trabalho cooperativo, o desenvolvimento de competências específicas e transversais e a criação de produtos finais variados.

No ano letivo de 2021/2022, no primeiro ciclo desenvolveram-se dois Cenários de Aprendizagem para cada ano, um em cada semestre, desenhados pelas professoras titulares de turma e pelos professores coadjuvantes. Já no 2º e no 3º ciclo do ensino básico e no ensino secundário desenvolveram-se 15 projetos interdisciplinares de gestão do currículo, que envolveram todos os ciclos e todos os anos de escolaridade. Destes, 7 projetos são de continuidade e constituem os projetos que já fazem parte da nossa tradição educativa e 8 são projetos novos, que revelam uma tendência de inovação e de criatividade permanentes. Os resultados destes projetos interdisciplinares são extremamente positivos e os alunos já percecionam as suas mais-valias e as mudanças efetivas que estes espoletam no processo de ensino-aprendizagem.

Apresentação do projeto interdisciplinar “Os Navegadores” (5ºano) – junho de 2022

Artigos da newsletter de junho 2022

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular
Autoria: Mafalda FrazãoCentro Educativo/Instituição: Externato do ParqueContacto: mafaldafrazao@externatodoparque.pt Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular Uma vez que a lateralidade é uma competência de aprendizagem muito relevante, e que na avaliação diagnóstica das crianças das turmas …
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Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz
Autoria: Marta FigueiredoCentro Educativo/Instituição: Colégio da Imaculada ConceiçãoContacto: p105@cicviseu.net Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz Na sequência de uma formação para docentes sobre M.A.S. aliou-se o STEAM a um cenário de aprendizagem planificado para o …
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Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom
Autoria: Sónia CorreiaCentro Educativo/Instituição: Colégio do SardãoContacto: soniacorreia@colegiodosardao.org Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom Ao longo deste percurso de aprofundamento dos conceitos de Gestão do Currículo e de implementação de estratégias de ensino e aprendizagem inovadoras, tem sido …
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Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano
Autoria: Inês Carvalho | Luísa Leitão | Maria João RodriguesCentro Educativo/Instituição: Colégio de Santa DoroteiaContacto: ines.carvalho@csdoroteia.info | luisa.leitao@csdoroteia.info | mariajoao.rodrigues@csdoroteia.info Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano Esta formação teve como objetivo incorporar o Perfil …
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Junho 2022
Newsletter Bússola 21 #6 – Docentes e Alunos agentes de mudança EDITORIAL Daniela Gonçalves Helena Marques Quando os Docentes são decisores do Currículo O exercício de refletir sobre as diferentes etapas da intervenção educativa (observação, planificação, ação, avaliação, divulgação, comunicação) …
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Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz

Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz

Autoria: Marta Figueiredo
Centro Educativo/Instituição: Colégio da Imaculada Conceição
Contacto: p105@cicviseu.net

Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz

Na sequência de uma formação para docentes sobre M.A.S. aliou-se o STEAM a um cenário de aprendizagem planificado para o 4.º ano, com o objetivo de estimular nos alunos novas formas pensar sobre problemas, que os levassem a sair da sua zona de conforto e a criar novas estratégias de forma criativa.

Pretendíamos potenciar, assim, o desenvolvimento de competências do Perfil dos Alunos, tão requeridas para o séc. XXI, como sejam o pensamento crítico e criativo, a resolução de problemas e a comunicação, tornando os alunos conscientes da sua própria aprendizagem e do seu conhecimento. Procurávamos, ainda, desenvolver capacidades de pesquisa e de colaboração, desafiando os alunos com tarefas de aprendizagem autênticas, de modo a anteciparem soluções para problemas concretos.

A questão-chave, “Como poderemos construir casas que nos ajudem a mantermo-nos saudáveis e felizes e que, ao mesmo tempo, não prejudiquem o nosso planeta?”, permitiu aos alunos emergirem da sua zona de conforto e etapa a etapa desenvolverem uma estrutura que reunisse uma série de critérios e que resultasse numa solução a ser testada e posteriormente usada. Foi-lhes apresentado o “STEAM Design Cycle” e cada fase deste ciclo foi explorada e trabalhada cautelosamente. No final de cada etapa, o grupo deveria avaliar o seu trabalho, verificando se os critérios daquela etapa tinham, ou não, sido cumpridos.

Ora, este projeto tinha como finalidade a criação de um protótipo usando uma caixa de sapatos ou outra caixa de papelão semelhante que reutilizassem para construir o protótipo, usando pelo menos dois materiais de origem local (deveriam poder ser encontrados na mata do Colégio, em quantidades consideráveis).

Para tal, os alunos recolheram e classificaram os materiais de origem local, escolhendo os que no seu projeto fariam maior sentido. Cada grupo apresentou à turma a sua escolha, justificando-a. Na etapa seguinte, os alunos desenharam o seu modelo recorrendo a pesquisas na Internet e finalmente puseram mãos à obra, começando a construir. 

Na última etapa, os grupos foram encorajados a analisar e a considerar melhorias, partilhando e avaliando a sua experiência.

Com este cenário de aprendizagem pudemos concluir que além dos alunos se mostrarem interessados na ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática, a experiência vivida proporcionou-lhes, também, uma maior proximidade com a vida real, oferecendo-lhes conhecimento científico e capacitando-os para resolverem problemas futuros.

Construção das casas sustentáveis

Artigos da newsletter de junho 2022

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular
Autoria: Mafalda FrazãoCentro Educativo/Instituição: Externato do ParqueContacto: mafaldafrazao@externatodoparque.pt Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular Uma vez que a lateralidade é uma competência de aprendizagem muito relevante, e que na avaliação diagnóstica das crianças das turmas …
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A Bússola que nos orienta: Gestão do Currículo
Autoria: Helena VieiraCentro Educativo/Instituição: Colégio Nossa Senhora da PazContacto: helenavieira@colegiodapaz.org A Bússola que nos orienta:Gestão do Currículo A gestão curricular é uma prática inerente e quotidiana à profissão docente. O salto em direção à inovação neste domínio …
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Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom
Autoria: Sónia CorreiaCentro Educativo/Instituição: Colégio do SardãoContacto: soniacorreia@colegiodosardao.org Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom Ao longo deste percurso de aprofundamento dos conceitos de Gestão do Currículo e de implementação de estratégias de ensino e aprendizagem inovadoras, tem sido …
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Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano
Autoria: Inês Carvalho | Luísa Leitão | Maria João RodriguesCentro Educativo/Instituição: Colégio de Santa DoroteiaContacto: ines.carvalho@csdoroteia.info | luisa.leitao@csdoroteia.info | mariajoao.rodrigues@csdoroteia.info Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano Esta formação teve como objetivo incorporar o Perfil …
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Junho 2022
Newsletter Bússola 21 #6 – Docentes e Alunos agentes de mudança EDITORIAL Daniela Gonçalves Helena Marques Quando os Docentes são decisores do Currículo O exercício de refletir sobre as diferentes etapas da intervenção educativa (observação, planificação, ação, avaliação, divulgação, comunicação) …
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Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom

Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom

Autoria: Sónia Correia
Centro Educativo/Instituição: Colégio do Sardão
Contacto: soniacorreia@colegiodosardao.org

Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom

Ao longo deste percurso de aprofundamento dos conceitos de Gestão do Currículo e de implementação de estratégias de ensino e aprendizagem inovadoras, tem sido evidente que os alunos, devidamente motivados e entusiasmados, se tornam os agentes principais da construção ou aprimoramento do seu conhecimento.

Por outro lado, face à constatação de que um conhecimento motivado, trabalhado, adquirido e significativo se transforma efetivamente em competência adquirida, as metodologias ativas significativas têm sido uma área didático-pedagógica em que as docentes do Colégio do Sardão têm investido cada vez mais, como é o caso da sala de aula invertida.

De facto, pretende-se sobretudo que as crianças desenvolvam competências de pesquisa, que aprendam a gerir melhor as suas aprendizagens, a par da melhoria na interação com os diversos elementos da equipa e da descoberta de outros interesses.

Com a metodologia do Flipped Classroom, os alunos são os protagonistas no processo da aprendizagem, já que têm toda a autonomia para adquirir novos conhecimentos, para além de que há um maior aproveitamento do tempo – como os alunos já trazem um conhecimento prévio, o tempo da aula pode ser dedicado a aprofundar o tema e a desenvolver os assuntos mais importantes. É importante ainda salientar que esta estratégia propicia maior abundância de materiais, já que os alunos podem partilhar recursos ou outras fontes que descobriram no seu processo de estudo. 

Outra vantagem desta metodologia é possibilitar a aprendizagem ao ritmo do aluno, o que se revela muito importante, pois cada aluno possui um processo de aprendizagem diferente.

Em suma, a metodologia ativa da Sala de Aula Invertida promove um melhor desempenho dos alunos, visto que lhes permite controlar os seus momentos de estudo, ter e mais materiais resultantes da partilha, ver o seu ritmo respeitado e interagir positivamente com os colegas. Claramente, os alunos podem aprender mais e, com isso, melhorar o seu desempenho.

A equipa do Sardão avalia o investimento em Metodologias Ativas Significativas em geral de modo muito positivo, e a Sala de Aula Invertida em particular, pelos frutos que tem dado não só no que respeita ao envolvimento e motivação dos alunos, como também nas competências que têm desenvolvido de forma cada vez mais evidente.

Metodologia do Flipped Classroom, onde os alunos são os protagonistas no processo da aprendizagem

Artigos da newsletter de junho 2022

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular
Autoria: Mafalda FrazãoCentro Educativo/Instituição: Externato do ParqueContacto: mafaldafrazao@externatodoparque.pt Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular Uma vez que a lateralidade é uma competência de aprendizagem muito relevante, e que na avaliação diagnóstica das crianças das turmas …
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A Bússola que nos orienta: Gestão do Currículo
Autoria: Helena VieiraCentro Educativo/Instituição: Colégio Nossa Senhora da PazContacto: helenavieira@colegiodapaz.org A Bússola que nos orienta:Gestão do Currículo A gestão curricular é uma prática inerente e quotidiana à profissão docente. O salto em direção à inovação neste domínio …
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Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz
Autoria: Marta FigueiredoCentro Educativo/Instituição: Colégio da Imaculada ConceiçãoContacto: p105@cicviseu.net Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz Na sequência de uma formação para docentes sobre M.A.S. aliou-se o STEAM a um cenário de aprendizagem planificado para o …
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Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano
Autoria: Inês Carvalho | Luísa Leitão | Maria João RodriguesCentro Educativo/Instituição: Colégio de Santa DoroteiaContacto: ines.carvalho@csdoroteia.info | luisa.leitao@csdoroteia.info | mariajoao.rodrigues@csdoroteia.info Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano Esta formação teve como objetivo incorporar o Perfil …
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Junho 2022
Newsletter Bússola 21 #6 – Docentes e Alunos agentes de mudança EDITORIAL Daniela Gonçalves Helena Marques Quando os Docentes são decisores do Currículo O exercício de refletir sobre as diferentes etapas da intervenção educativa (observação, planificação, ação, avaliação, divulgação, comunicação) …
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Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano

Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano

Autoria: Inês Carvalho | Luísa Leitão | Maria João Rodrigues
Centro Educativo/Instituição: Colégio de Santa Doroteia
Contacto: ines.carvalho@csdoroteia.info | luisa.leitao@csdoroteia.info | mariajoao.rodrigues@csdoroteia.info

Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano

Esta formação teve como objetivo incorporar o Perfil dos Alunos dos Centros Educativos das Irmãs Doroteias (PA) na prática letiva dos diferentes níveis de ensino dos Departamentos de Ciências Naturais dos diferentes colégios, adequando a ação educativa às finalidades do PA. A formação decorreu em Comunidade de Prática (CoP), ou seja, em rede (através de encontros semanais alternadamente em equipa alargada online ou em equipa do centro educativo), com a orientação da Professora Daniela Gonçalves, da ESE, e da Professora Helena Marques, do nosso colégio, Colégio de Santa Doroteia (CSD). Pretendeu-se promover a reflexão sobre as fases de planificação, execução e avaliação da prática letiva.

Nós, professoras de Ciências Naturais/Biologia/Geologia do CSD, em Lisboa, integrámos esta formação com outros professores do mesmo departamento do Colégio de Nossa Senhora da Paz, no Porto, do Colégio da Imaculada Conceição, em Viseu, e do Externato do Parque, Lisboa.

Devido à dificuldade de escolha de um domínio transversal desde o 5º ao 12º ano, sugerimos que se trabalhassem as Aprendizagens Essenciais do 7º ano (AE7). Para cada conjunto de aprendizagens essenciais, identificámos as competências do PA desenvolvidas, associadas a conhecimentos, capacidades e atitudes. Para cada AE, e usando a nossa experiência acumulada ao longo dos últimos anos de lecionação, escolhemos qual dos seis níveis da Taxonomia de Bloom seria atingido pelos alunos, tendo em conta as atividades que já propomos ou que já intuíamos “desenhar”; do mais simples para o mais complexo: lembrar, compreender, aplicar, analisar, avaliar e criar. 

Paralelamente, foi necessário olhar para as AE deste ano (sendo os conteúdos essencialmente de Geologia) numa lógica de continuidade entre 2º, 3º Ciclos e Secundário e fazer a articulação vertical. A referir, preferimos iniciar o 7º ano pelas AE sobre “Minerais” e só utilizar as “Paisagens características” após trabalhar cada tipo de rocha. Por outro lado, após as AE sobre “Paisagens Sedimentares”, optámos por lecionar as AE sobre “Fósseis”, dando ênfase à “Evolução”, tema que quase não é abordado ao longo do básico.

Por fim, definimos ações estratégicas e o objeto de avaliação para cada Competência: mantivemos algumas das ações que já usamos habitualmente por serem práticas com metodologias ativas, interessantes e mobilizadoras da aprendizagem, e redesenhámos outras possibilidades, adequando o objeto a avaliar ao longo ou no final deste processo.

No final, como aspeto positivo, destacaríamos uma maior consciência e aferição da nossa prática letiva ao longo de todo este processo.

Atividade prática realizada com os alunos em Ciências Naturais do 7º ano relativa à AE: “Interpretar modelos que evidenciem a dinâmica de um curso de água (transporte e deposição de materiais), relacionando as observações efetuadas com problemáticas locais ou regionais de cariz CTSA”

Artigos da newsletter de junho 2022

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular
Autoria: Mafalda FrazãoCentro Educativo/Instituição: Externato do ParqueContacto: mafaldafrazao@externatodoparque.pt Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular Uma vez que a lateralidade é uma competência de aprendizagem muito relevante, e que na avaliação diagnóstica das crianças das turmas …
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A Bússola que nos orienta: Gestão do Currículo
Autoria: Helena VieiraCentro Educativo/Instituição: Colégio Nossa Senhora da PazContacto: helenavieira@colegiodapaz.org A Bússola que nos orienta:Gestão do Currículo A gestão curricular é uma prática inerente e quotidiana à profissão docente. O salto em direção à inovação neste domínio …
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Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz
Autoria: Marta FigueiredoCentro Educativo/Instituição: Colégio da Imaculada ConceiçãoContacto: p105@cicviseu.net Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz Na sequência de uma formação para docentes sobre M.A.S. aliou-se o STEAM a um cenário de aprendizagem planificado para o …
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Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom
Autoria: Sónia CorreiaCentro Educativo/Instituição: Colégio do SardãoContacto: soniacorreia@colegiodosardao.org Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom Ao longo deste percurso de aprofundamento dos conceitos de Gestão do Currículo e de implementação de estratégias de ensino e aprendizagem inovadoras, tem sido …
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Junho 2022
Newsletter Bússola 21 #6 – Docentes e Alunos agentes de mudança EDITORIAL Daniela Gonçalves Helena Marques Quando os Docentes são decisores do Currículo O exercício de refletir sobre as diferentes etapas da intervenção educativa (observação, planificação, ação, avaliação, divulgação, comunicação) …
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Junho 2022

Junho 2022

Newsletter Bússola 21 #6 – Docentes e Alunos agentes de mudança

EDITORIAL
Daniela Gonçalves
Helena Marques

Quando os Docentes são decisores do Currículo

O exercício de refletir sobre as diferentes etapas da intervenção educativa (observação, planificação, ação, avaliação, divulgação, comunicação) de natureza curricular, desde a conceção do currículo até à avaliação, realça a importância decisiva do papel do professor enquanto agente de inovação e mudanças que contribuem para um processo de aprendizagem significativo. Torna-se, portanto, evidente que a gestão curricular pressupõe uma atividade dinâmica e contínua, implicando o sistemático desenvolvimento pessoal e profissional do professor, que resulta, na nossa conceção, da convicção e necessidade sistemáticas de alterar o conhecimento, as crenças e as práticas profissionais, tendo em conta o propósito pedagógico. 

É nossa convicção de que, ao desenvolver-se profissionalmente, o docente através da análise e reflexão sobre a gestão curricular, potencia a inovação e a mudança das(nas) escolas o que, por sua vez, cria novas necessidades e exigências ao nível da gestão curricular e implica novas necessidades em termos de desenvolvimento profissional. Ora, tal processo enquadra-se na justa medida no conceito de inovação pedagógica “como um meio, cuja finalidade é a de melhoria, não como um fim, sendo um processo estruturado e intencional […] de (re)criar e/ou (re)orientar, de forma coletiva e sistemática, uma finalidade” (Gonçalves & Marques, 2020, p.41). 

De acordo com o ideário, missão e valores da Congregação das Irmãs Doroteias, preconizamos o princípio de que os docentes devem ser considerados (e devem autoconsiderar-se) profissionais autónomos no processo de planificação da gestão curricular, e não apenas como transmissores neutrais de uma proposta curricular prescrita por outros. Por outras palavras, a consideração das necessidades evidenciadas pelos docentes deve converter-se na componente legitimadora da gestão curricular e das práticas de ensino, a fim de que possam, efetivamente, participar ativamente da mudança no (e do) centro educativo que servem. 

Foi neste âmbito que no ano letivo de 2021/2022 tiveram lugar todas as dinâmicas da área de Gestão do Currículo, envolvendo mais de 1000 alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico até ao Ensino Secundário e mais de 100 docentes dos vários centros educativos, das quais se deixa aqui uma sumária representação – cenários de aprendizagem, projetos interdisciplinares, metodologias ativas significativas, revisão curricular e incorporação do Perfil dos Alunos das irmãs Doroteias – tornando evidente que toda e qualquer capacitação para o ato de inovar depende das intenções e decisões dos docentes.

Artigos da newsletter de junho 2022

Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular
Autoria: Mafalda FrazãoCentro Educativo/Instituição: Externato do ParqueContacto: mafaldafrazao@externatodoparque.pt Um, dois, esquerdo, direito… – Domínio de Autonomia Curricular Uma vez que a lateralidade é uma competência de aprendizagem muito relevante, e que na avaliação diagnóstica das crianças das turmas …
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A Bússola que nos orienta: Gestão do Currículo
Autoria: Helena VieiraCentro Educativo/Instituição: Colégio Nossa Senhora da PazContacto: helenavieira@colegiodapaz.org A Bússola que nos orienta:Gestão do Currículo A gestão curricular é uma prática inerente e quotidiana à profissão docente. O salto em direção à inovação neste domínio …
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Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz
Autoria: Marta FigueiredoCentro Educativo/Instituição: Colégio da Imaculada ConceiçãoContacto: p105@cicviseu.net Cenário de aprendizagem e STEAM – uma conjugação feliz Na sequência de uma formação para docentes sobre M.A.S. aliou-se o STEAM a um cenário de aprendizagem planificado para o …
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Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom
Autoria: Sónia CorreiaCentro Educativo/Instituição: Colégio do SardãoContacto: soniacorreia@colegiodosardao.org Metodologias Ativas Significativas – Flipped Classroom Ao longo deste percurso de aprofundamento dos conceitos de Gestão do Currículo e de implementação de estratégias de ensino e aprendizagem inovadoras, tem sido …
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Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano
Autoria: Inês Carvalho | Luísa Leitão | Maria João RodriguesCentro Educativo/Instituição: Colégio de Santa DoroteiaContacto: ines.carvalho@csdoroteia.info | luisa.leitao@csdoroteia.info | mariajoao.rodrigues@csdoroteia.info Redesenhando práticas letivas nas Ciências Naturais do 7º ano Esta formação teve como objetivo incorporar o Perfil …
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Peregrinação Europeia de Jovens

Entre os dias 3 e 7 de agosto de 2022, vai acontecer em Santiago de Compostela a Peregrinação Europeia de Jovens (PEJ).


A Juventude Doroteia une-se aos Serviços Diocesanos da Pastoral Juvenil (SDPJ) de Coimbra e de Leiria-Fátima para responder ao convite à participação neste grande encontro.
A PEJ prevê reunir milhares de jovens de toda a Europa, à semelhança de uma Jornada Mundial da Juventude, num ambiente de partilha e de festa.

Além da participação nos dias do encontro (3 a 7 de agosto), propomos uma peregrinação a pé desde Ribadavia até Santiago de Compostela, pelo Camiño Miñoto-Ribeiro, durante 5 dias, a partir do dia 29 de julho, percorrendo pouco mais de 100km.


Todos os jovens da Juventude Doroteia, dos 15 aos 35 anos, podem inscrever-se.

Modalidades de Inscrição

A – Participação na peregrinação a pé desde Ribadavia e no encontro PEJ em Santiago de Compostela

Esta modalidade de inscrição inclui: 

  • todo o alojamento e as refeições dos dias 29 de julho (jantar) a 7 de agosto
  • chegada a Santiago de Compostela no dia 3 de agosto
  • transporte de Fátima, Coimbra e Aveiro até ao início do caminho em Ribadavia no dia 29 de julho (a organização do transporte está condicionada ao nº total de participantes e poderá ter implicações no custo final)
  • transporte de regresso a Aveiro, Coimbra e Fátima no dia 7 de agosto, após o encerramento da PEJ. (a organização do transporte está condicionada ao nº total de participantes e poderá ter implicações no custo final)
  • credencial do peregrino, para ser carimbada durante o caminho
  • compostelana’ (o diploma que certifica a realização do Caminho de Santiago).

Valor de inscrição: 280€

B – Participação no encontro PEJ, em Santiago de Compostela, de 3 a 7 de agosto

Esta modalidade de inscrição inclui:

  • alojamento e refeições em Santiago de Compostela dos dias 3 (jantar) a 7 de agosto. 

O transporte para Santiago de Compostela e de volta à sua Diocese fica ao encargo de cada participante. No entanto, mediante disponibilidade, há a possibilidade de a viagem de regresso poder ser no autocarro dos peregrinos a pé (valor a definir).

Valor de inscrição: 130€

—///—-

Nota: O valor da inscrição nas várias modalidades é o que está indicado para os jovens peregrinos que façam a sua inscrição até dia 23 de maio. Depois desta data, os valores sofrerão um acréscimo, de acordo com as indicações da organização da PEJ e mediante a disponibilidade de lugares.

Condições de inscrição:

  • Idades compreendidas entre os 15 aos 35 anos;
  • Os menores de idade terão de ter um peregrino adulto que assuma as responsabilidades legais.
  • Adultos com mais de 35 anos que vão a acompanhar um grupo, podem inscrever-se.
  • A inscrição não pode ser feita de outra maneira, uma vez que a organização da PEJ apenas aceita jovens inscritos através dos organismos diocesanos de Pastoral Juvenil. Assim, em comunhão de Igreja, a Juventude Doroteia une-se às Dioceses que vão embarcar nesta aventura.

Para mais informações contacta:

juventudedoroteia.ssd@gmail.com

Ir. Lisete: 967215260

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