11 de março 1984: Canonização de Paula Frassinetti

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Há 36 anos atrás o mundo pôde ver uma grande fotografia do rosto de Santa Paula em frente à Basílica de S. Pedro. Os sinos repicaram festivamente para anunciar: Paula é Santa! E era Ano Santo, Ano da Redenção e tempo do Jubileu extraordinário.

Ficam aqui algumas características de Paula, realçadas por S. João Paulo II na homilia da canonização:

“Paula Frassinetti é, de facto, um esplêndido fruto da Redenção, sempre atuante na Igreja.

Para distinguir se uma obra é cristã, é preciso ver se há a marca da Cruz redentora. De facto, [Paula] estava convicta de que quem quer iniciar um caminho de perfeição não pode renunciar à cruz, à humilhação e ao sofrimento, que tornam o cristão semelhante ao modelo que é o Crucificado. A cruz não só não a atemorizava, mas era para ela a força poderosa que a movia, a fonte secreta da qual brotava a sua incansável atividade e a sua indómita coragem. Ela bendizia o ano que se abria com alguma cruz… A força interior, que a levava a viver de modo tão integral a “loucura” da cruz, deve ser procurada na terna devoção ao Coração de Jesus Cristo.

Sensibilidade autenticamente apostólica… cruzamento de amor e de sofrimento. Identificação com Cristo… tinha que se manifestar numa intensa atividade de apostolado, com especial interesse pela formação cristã da infância e da juventude abandonada. [As Irmãs Doroteias] hoje regozijam-se ao ver a sua Fundadora inscrita no Álbum dos Santos e são ainda mais orgulhosas de seguir os seus passos luminosos, e o seu ensinamento sempre atual.”

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E hoje, as “tendas” alargaram os seus limites para acolher a grande Família Doroteia, enxertada no carisma de Sta Paula.

Demos graças por estes 36 anos de história, por toda a vida que fez história e pelas vidas que querem dar continuidade a esta história engrossando o número daqueles e daquelas que, identificados com o Carisma de Paula, continuam a querer transformar o mundo na grande Família de Deus.